O Ser-se no CEP 20000

No dia 28 de maio, a autora de O Ser-se apresentou trechos do livro no CEP 20000, show multimídia mensal, comandado por Chacal, que completa 25 anos. Júnia leu trechos do romance e apresentou seu trabalho de fotos feitas a partir da personagem do livro. O evento aconteceu no Espaço Cultural Sérgio Porto, no Rio de Janeiro.

foto 1 foto 30 foto 7

Anúncios

O Ser-se no CEP 20000

Logo cep original

boneca alfi4

O Ser-se ganha os palcos do CEP 20000, com leitura de trechos e projeção de imagens.
Quando: quinta-feira, 28 de maio de 2015, a partir das 19h
Onde: CEP 20000 – Espaço Cultural Sérgio Porto – Rua Humaitá, 163 – Humaitá
Quanto: R$ 10
Apareça!

É amanhã!

Nessa terça, as escritoras Beatriz Moreira Lima e Júnia Azevedo são as convidadas da Casa da Leitura, da Biblioteca Nacional. Elas vão conversar com o público sobre os seus processos de criação literária e a presença da mulher na literatura brasileira contemporânea. O bate-papo será mediado pelo jornalista George Patiño, membro do Clube da Leitura. Durante a apresentação, o público ouvirá a leitura de trechos selecionados dos livros de Beatriz e de Júnia, com a interpretação da atriz portuguesa Carolina Floare.

Data: 05/MAIO / Horário: 19h / Local: Casa da Leitura – Rua Pereira da Silva, 86 – Laranjeiras / Fone: 2557-7437 / ENTRADA FRANCA

Assista ao vídeo (após a matéria sobre Plutão, aos 00:55min)

Casa da Leitura - Biblioteca Nacional

/http://oglobo.globo.com/videos/t/todos-os-videos/v/imagens-mostram-possibilidade-de-plutao-ter-calotas-polares/4145799/

Mulheres na literatura

A Casa da Leitura, da Biblioteca Nacional, recebe Beatriz Moreira Lima e Júnia Azevedo como convidadas da programação “Terças Culturais”. Beatriz, que escreveu o romance “Tempos Férteis” (7Letras), e Júnia, que lança “O Ser-se” (Editora Circuito), conversarão sobre seus processos para escrever os livros e aspectos da mulher na literatura brasileira. A atriz portuguesa Carolina Floare lerá trechos do livro “O ser-se”. O bate-papo será mediado pelo jornalista George Patiño.
SAMSUNG DIGITAL MOVIE
Júnia Azevedo e Beatriz Moreira Lima

 carolina
Participação especial da atriz portuguesa Carolina Floare

Terças Culturais – Casa da Leitura – Biblioteca Nacional
5 de maio – terça-feira – 19h – Rua Pereira da Silva, 86 – Laranjeiras
Entrada franca

Fundação-Biblioteca-Nacional-Saiu-edital1

O terremoto de Lisboa

…Mas o terremoto de Lisboa também começou assim. Era uma manhã linda de sábado, de céu azul e ensolarado, 18º C.
Primeiro de novembro de 1755, Dia de Todos os Santos. A cidade acordava aos poucos, lenta e preguiçosa. Os sinos repicavam, anunciando as missas das nove, prestes a começar. Os devotos, em seus melhores trajes, deslocavam-se pelas vielas. Suntuosas carruagens abriam caminho, na massa popular, com a elite da corte, ministros, embaixadores e autoridades eclesiásticas. Nos altares, ardiam velas e pavios de azeite. Nas igrejas lotadas, a cidade beata, em veneração, elevava preces fervorosas a todos os santos. Às nove e quarenta, um rugido irrompeu das entranhas da terra, dando o alerta. O primeiro e violento abalo não durou mais que um minuto e meio. Depois, o chão foi sacudido novamente, por dois minutos e meio. A seguir, após um breve intervalo, um novo abalo durou eternos três minutos. No total, foram oito minutos e meio. Oito minutos e meio que destruíram uma cidade inteira, sem misericórdia. Fendas e buracos enormes abriram-se nas ruas. Círios, velas, chaminés e tochas foram ao chão, iniciando um grande incêndio, que lambeu a cidade. As águas do Tejo recuaram uma centena de metros e em poucos minutos voltaram numa onda colossal, arrasando definitivamente a zona baixa. As embarcações foram projetadas a centenas de metros, esmagadas. Foi o último dia do mundo. Durante 24 horas, a terra não parou de tremer. Depois, vieram as réplicas, cada vez mais espaçadas, mas suficientemente fortes para destruir o que restava de pé. Por seis dias, Lisboa ardeu como um imenso braseiro…

Trecho de O Ser-se com o vídeo do Smithsonian Channel, da CBS.