O livro

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A Editora Circuito, comandada pelo poeta Renato Rezende, lança O Ser-se, romance de estreia de Júnia Azevedo. Ambientado no Rio de Janeiro e em Lisboa, o livro fala da busca de identidade de uma mulher, após um intenso processo de psicanálise e da traição de seu grande amor. O livro será lançado no Midrash Centro Cultural, Rio de Janeiro, em 26 de novembro.

SINOPSE
É possível pensar diferente? É possível sentir diferente? É possível “ser outro” no espaço de uma vida só? Impulsionada pela psicanálise e após uma sucessão de tragédias pessoais, uma mulher viaja para Lisboa, empreendendo uma cruzada vertiginosa sobre os alicerces de sua identidade, encarando seus fantasmas e demônios. O passado de Portugal, com a catástrofe do terremoto dos setecentos, é a metáfora para a corajosa remontagem de si, pedra por pedra. Uma jornada do niilismo a uma visão afirmadora da vida.

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nilton_bonder_1  NILTON BONDER, escritor, filósofo e rabino
“O Ser-se é um romance épico sobre o amor a si mesmo. ‘Não te amo mais’ é o mapa deixado por Clarice Lispector que leva das buscas deste mundo ao tesouro de si mesmo e que Júnia Azevedo percorre com a maestria de uma grande escritora. Numa avalanche filosófica e escatológica sobre a vertigem da existência, esse texto escrito a hálito e intimidade se faz uma obra para além da literatura. Você será arrastado às trevas, numa profundeza por poucos autores e pensadores ousada, para ser alçado num retorno frenético desde o nada até o ‘ser’ que nunca nos desabita. Uma trajetória de salvação da expectativa à esperança. Um livro incomum, um livro parido. E esse rebento em suas mãos, vivo, fala pulsante sobre você.” 

joel_birman  JOEL BIRMAN, psicanalista e psiquiatra
“Nessa instigante poética sobre o ser se encena a densidade abissal da experiência, assim como as matizações intensivas do corpo, de forma que o personagem se pluraliza e se desdobra ao infinito, pois o ser se declina na reflexividade e se conjuga como processo. Daí o antinaturalismo radical que perpassa essa narrativa apaixonante, pela qual o sujeito se enuncia na multiplicidade do devir, modulado que é pelos acordes sublimes de Fernando Pessoa.” 

_DSC0308  JORGE MAUTNER, músico e escritor
“Como os imortais fados lisboetas, esse livro magnífico nos transporta para um enredo de emoções e de paixões humanas, entrelaçadas com a história de Portugal e do Brasil.” 

Coordenação editorial: Renato Rezende/Projeto gráfico e digitalização: Rafael Bucker/Foto de capa: Diogo Calil/Revisão: Gerdal José de Paula/200 páginas

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